Clubes paraenses prometem evolução na base

Quarta-Feira, 03/05/2017, 19:34:33 - Atualizado em 03/05/2017, 20:03:30

(Foto: Arquivo DOL)
(Foto: Arquivo DOL)

O terceiro encontro-debate da 25ª edição do Troféu Camisa 13 trouxe à tona um dos temas mais importantes do futebol paraense, a categoria de base. No auditório do Diário do Pará, profissionais e estudantes trocaram conhecimento sobre o assunto.

Hélio Júnior, presidente do Castanhal, João Nasser, coordenador as categorias de base do Clube do Remo, e Ivan Corrêa, diretor da base do Paysandu estiveram presentes. Os três fizeram explanação da situação interna dos clubes e ficaram abertos às perguntas do público.

“Hoje, nós temos uma categoria de base treinando em campos bons. Aumentamos o número de profissionais quase que em 40%. Cada categoria tem o seu treinador, a sua comissão técnica. Nós temos ônibus, CT para base. Temos várias competições à vista. Além do Paraense, Copa BH a Copa São Paulo e estamos de olho em competições internacionais que não tenham muito custo. Não levamos apenas o time, levamos a marca”, disse Ivan Corrêa.

João Nasser, do Clube do Remo, espera que sua experiência em todos os segmentos do Leão possa ajudar na preparação de novos jogadores que possam servir o clubes no campeonatos que virão.

“Temos que trabalhar para fazer atletas fortes na questão emocional, tática e técnica, que possam atender o clube nos próximos anos. Participei de quase todas as áreas do clube. Futsal, base, analista, também passei pelo profissional. Gosto de estar no meio de ajudar o clube”, contou.

“O Castanhal é um dos poucos clubes com CT e estrutura própria da base”, abriu Helinho em sua apresentação. O ex-jogador agora convive com a missão de fazer um Japiim vencedor, sempre valorizando a prata da casa.

“A responsabilidade aumenta. O momento que eu estou vivendo como diretor, presidente de clube. O objetivo é tentar fazer algo diferente em relação ao tempo em que eu era atleta, com a vivência que nós já tivemos. Valorizar a categoria de base e os atletas que sonham com uma oportunidade. O Castanhal tem a mentalidade de valorizar e dar a oportunidade devida a eles”, finalizou.

O anfitrião e coordenador do C13, Zaire Filho, ressaltou o crescimento do evento a partir do momento em que deixou de ser apenas um meio de premiação para também se tornar um importante encontro de debate do nosso futebol.

“Esse projeto começou premiando onze jogadores e um treinador. Hoje temos o dobro de troféus. Premiamos 22 troféus. Isso por si só é prova de crescimento. Da interação do público. O Troféu Camisa 13 acabou se transformando em um grande fórum de debate do futebol paraense, sempre trazendo especialistas e convidados”, falou.

Antes do encontro sobre categorias de base, a principal premiação do esporte paraense já promoveu nesta edição debate sobre a participação da Mulher no esporte e Gestão Profissional nos clubes de futebol.

(DOL)

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