Marquinhos Santos admite que a pressão é uma constante na Curuzu

Terça-Feira, 06/02/2018, 08:02:41 - Atualizado em 06/02/2018, 08:02:41

Comandante bicolor afirma que o seu time ainda vai engrenar (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)
Comandante bicolor afirma que o seu time ainda vai engrenar (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)

Depois de três vitórias seguidas no início da temporada, o Paysandu amargou duas derrotas e um empate. Nesses resultados ruins, a queda no clássico contra o maior rival e a desclassificação na Copa do Brasil. Como de praxe em situações dessa, o treinador passou a ser olhado como bola da vez. A diretoria bicolor garante Marquinhos Santos no cargo, chegando a emitir nota à imprensa para desmentir uma demissão. O treinador se diz tranquilo, mas reconhece que pressão é uma constante na Curuzu.
“Eu e a diretoria temos conversado constantemente e as cobranças existem. Tem que ser assim num clube grande. Acreditamos num trabalho de excelência com esse grupo”, confirmou Marquinhos Santos, que pede mais tempo para que o trabalho dê melhores resultados. “O trabalho tem que ser avaliado ao fim de uma competição, pelo menos. Não depois de um mês de jogos. Em Paragominas, o time mostrou uma melhora na atitude em relação ao que foi em Novo Hamburgo (RS). O trem descarrilhou um pouco, mas está voltando aos trilhos”.

O técnico do Papão garante que, dentro do elenco, se havia alguém ainda sem entender totalmente a importância das competições que antecedem o Campeonato Brasileiro, isso foi resolvido da forma mais difícil: através de derrotas. “As viagens longas são desgastantes, assim como os campos pesados. É duro falar isso porque parece muleta, mas tem sido assim. Felizmente, eles (os jogadores) passaram a entender melhor a importância do Campeonato Paraense e da Copa Verde, ainda mais depois da desclassificação da Copa do Brasil. Acredito que vamos voltar a ter boas atuações como nas primeiras três rodadas”.

E MAIS...

- Depois de um dia de folga, o elenco bicolor volta hoje aos treinos. A novidade deve ser a presença do último contratado do Paysandu. O meia inglês Ryan Willyams deve iniciar hoje os treinos de campo junto com os novos companheiros. Ontem, o clube comunicou a forma como será feita a comunicação do atleta, garantindo que, além do técnico Marquinhos Santos, a comissão técnica e alguns jogadores que falam inglês vão ajudar o companheiro.

- Como a delegação viaja a Palmas-TO às 5h de amanhã, Marquinhos terá apenas o treino de logo mais para tentar alguns últimos acertos. Entre eles, a confirmação se poderá contar com o zagueiro Diego Ivo e os meio-campistas Cáceres e Renatinho. Os três estão em trabalho de transição do departamento médico para o campo. Como a partida contra o Interporto-TO é somente na sexta-feira, há a possibilidade de viajarem e concluírem fora o tratamento.

- Como os jogadores ficarão na capital tocantinense até a data da partida em Porto Nacional (TO), serão realizados dois treinos na cidade. Ainda na quarta-feira, pelo período da tarde, às 15h30, o grupo sairá do hotel para treinar em um local ainda não definido. Na quinta, véspera da partida, também haverá uma atividade no mesmo horário e lugar do dia anterior.

Críticas são exageradas, diz o goleiro Marcão

Desde a derrota no clássico contra o Remo, o goleiro Marcão só não tem sido mais cobrado pela torcida do que o técnico Marquinhos Santos. Para parte da galera, o arqueiro não tem correspondido à expectativa posta sobre ele como substituto do ídolo Emerson. O jogador se defende. Afirma que não tem cometido erros, mas que aceita as cobranças e críticas como naturais para quem veste a camisa de um clube de massa. “Não tenho problema em receber críticas. Analiso o que digo, vejo as análises de desempenho. Falaram dos tiros de meta do Re-Pa. Foi uma situação atípica. Nunca tinha errado esse fundamento e ninguém falava nada”, disse.

“Temos que levar aprendizados e eu estou preparado para críticas e vaias. Nada vai atrapalhar meu desempenho. Abdiquei das férias para me preparar bem e não estou brincando aqui”, completou Marcão. Há três anos no clube, quase sempre Marcão viveu sob a sombra de Emerson. Em 2018, ele está tendo a oportunidade que tanto esperou e as avaliações sobre ele têm oscilado de acordo com os resultados do time. Ele não chegou a falhar clamorosamente em algum gol sofrido, mas sim em alguns lances que, para sorte dele e do Papão, não resultaram em revezes. Ele reconhece a cobrança da Fiel e não se abala com isso. “Aqui no Paysandu a cobrança é mais forte para os mais antigos. Fui muito cobrado e, a meu modo de ver, elas (críticas) foram exageradas. Acho que venho tendo boas atuações e acredito demais nesse elenco”, concluiu.

(Tylon Maués/Diário do Pará)

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