Meia bicolor acredita que Paysandu ainda busca o encaixe perfeito

Terça-Feira, 05/02/2019, 08:18:44 - Atualizado em 05/02/2019, 08:18:44

O meia Alan Calbergue acredita que altos e baixos são normais nesse começo de ano, mas que o time vai chegar no ponto certo logo. (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)
O meia Alan Calbergue acredita que altos e baixos são normais nesse começo de ano, mas que o time vai chegar no ponto certo logo. (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)

A semana até o confronto com o Japiim servirá para que o Paysandu tente se reencontrar com o bom futebol da estreia no Parazão. Por mais que o aproveitamento ainda seja de 100%, o que sobrou diante do São Francisco, faltou contra o Bragantino. Por isso que os dias de trabalho que vêm sendo feito na Curuzu estão sendo exaltados pelos jogadores, mesmo com o cansaço. Um dos exemplos foi o jogo treino com o sub-20, considerado muito pegado e importante para o elenco.

“Foi muito intenso e muito produtivo por causa dos jogadores que estavam sem atuar. É importante para ganhar ritmo. Quente foi por causa do horário”, observou o meia Alan Calbergue. “Qualquer jogo-treino serve como teste para que o técnico possa observar o rendimento de cada um. Acho que tem atletas que jogaram mais e precisamos mostrar no treinamento para permanecer na equipe. E os que estão de fora também querem entrar”, concordou o lateral Bruno Collaço.

Para Calbergue, o fato do time ter alternado bons e maus momentos em duas rodadas é normal para um começo de trabalho. Segundo ele, somente com mais jogos os times vão poder conseguir um encaixe melhor. “Início de temporada é sempre difícil. O entrosamento vem com os jogos e acredito que nessa partida estaremos bem melhor nesse quesito”.

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Autor de dois gols na estreia e depois caindo de produção na rodada seguinte, Calbergue garante estar focado e o fato de ter iniciado a temporada como titular não o ilude. A entrega tem que ser máxima no dia a dia para se manter entre os titulares. “Trabalho para jogar. Quando for preciso tenho que estar sempre pronto. Mas, sei que a concorrência é grande e quem está aqui espera por uma oportunidade de jogar”.

(Tylon Maués/Diário do Pará)

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